Algumas cidades da Itália não se contentaram em apenas existir no mapa e escolheram viver na memória através do vinho. Barolo escreve sua nobreza nas colinas do Piemonte; Barbaresco sussurra elegância às margens silenciosas do Tanaro; Soave carrega na sonoridade clara a leveza do Vêneto; Orvieto preserva, em seu branco luminoso, a herança etrusca. Assim, entre pedras antigas e vinhedos persistentes, as cidades tornam-se taças, e os nomes, histórias destinadas a ser lentamente saboreadas.